A esperada sequência ao fenômeno internacional O Código Da Vinci.
Em O
Símbolo Perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas
por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a
dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre
que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está
desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal’akh, o
sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles
mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes
sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a
única pessoa que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de
salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos
principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do
Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus
Smithsonian. Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e
símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de
Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem
de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras
pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional,
entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da
CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como
Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de
segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.
Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o
Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos
leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das
supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para
novos conhecimentos.
O livro é tão impressionante, que ao mesmo tempo que lia, fui fazendo anotações para depois pesquisar mais sobre aquele assunto falado. O livro é hipnotizante!!!!
Nenhum comentário:
Postar um comentário